domingo, 29 de abril de 2012

Susto no domingo

    (O grito - Edward Munch)

Produção Textual: Susto no Domingo
Por Maria Fátima de Souza

O Senhor Carlos José Silva foi surpreendido na manhã de domingo, quando  ao abrir a porta deparou – se com  um corpo estendido à sua frente. Surpreso com o inesperado pediu ajuda aos vizinhos mais próximos, que  ligaram para o 190.
A policia militar compareceu ao local  onde um médico  legista foi chamado.
 Trata-se de um senhor de meia idade, sem nenhum documento de identificação.
O cadáver foi levado ao IML  e até o presente momento nada mais se soube a respeito.
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Engenheiro é incriminado por assassinato em prédio de luxo.




 Produção textual
Por Maria Aparecida Temple da  Silva


No início desta manhã, 25 de abril, o engenheiro Jorge Henrique, morador de um prédio da classe A, localizado na Rua Alberto Pinto de faria, 33 em  Caçapava em São Paulo,  deparou-se  com o    corpo de    um homem caído na soleira de seu apartamento.
Relata o morador que ao acordar por volta das 6 horas e estando em seu banheiro escovando os dentes e lavando o rosto foi interrompido pelo toque da campainha. Enxugou-se e    foi em direção a porta, quando ao  abri-la deparou-se   com  o corpo     de um homem caído na entrada de seu apartamento.  Logo em   seguida abaixou-se e colocou a mão no corpo   para certificar     se ainda estava vivo.  Ao perceber que estava gelado e rígido chamou a policia.
Os    policiais     atenderam     prontamente,     em seguida vieram os peritos para coletada de provas    para identificação do morto e provas para desvendar este crime.
O engenheiro foi  levado  para delegacia juntamente com todas as provas e terá que provar sua inocência.

Produção textual: Quem matou Herzog?

GÊNERO DE TEXTO A SER CONSTRUÍDO PELO GRUPO 1:
uma notícia para um jornal voltado para as classes A e B



19/04/2012
Quem Matou Herzog?
 Por Marta Sene

Parecia um dia corriqueiro como todos os outros. Salvador abre os olhos, examina o quarto  e a textura  do lençol  eainda na cama consulta o relógio de cabeceira.  Levanta-se de súbito e vai direto ao banheiro para escovar os dentes. Enquanto se olha no espelho, num  impulso  narcísico  se contempla e lava o rosto.
É  interrompido   quando ouve a campainha da porta. Por conta    dos toques insistentes e enérgicos enxuga-se às pressas e sai do banheiro. Apreensivo caminha até a porta, espia pelo olho mágico  e em seguida destranca a fechadura.  Abre a porta e a cena que vê o detêm. Inerte e pasmado vê um homem caído na soleira. Instintivamente corre o olhar em torno e constata que não há ninguém mais no corredor.  
Suas entranhas estão  agitadas, mas mesmo diante do estranhamento Salvador sente que precisa agir, por isso abaixa-se e toca o homem com os dedos. Um calafrio percorre sua espinha quando ele sente que o corpo está frio e rígido. Ele está diante da face da morte, pois percebe que é cadáver. Num ímpeto de defesa corre para o telefone e disca o número da central de polícia...
Essa bem que podia ser mais uma notícia no caderno policial, mas trata-se do cenário de início da peça Quem Matou Herzog? O espetáculo foi dirigido e encenado por um grupo de atores independentes compostos por professores de Arte da cidade de Araraquara.  Cidade que possui tradição na linguagem do teatro e dramaturgia donde saíram grandes nomes como Wallace Leal e José Celso Martinez Correia. Dentre outros talentos da literatura como Ignácio de Loyola Brandrão.


Obra de Cildo Meireles inspira espetáculo teatral –  Quem Matou Herzog?
Direção: Atram Adirf. 90 minutos.
Não recomendado para menores de 16 anos.


Quem Matou Herzog?  É  um espetáculo teatral encenado por  professores de Arte inspirado na obra de Cildo Meirelesque conta com cenografia criada a partir de pesquisa sobre a poética pessoal do artista. Quem matou Herzog? Foi a pergunta estampada por Cildo Meireles na cédula de um cruzeiro que provocou desconforto na época da ditadura militar brasileira. A obra “Inserções em Circuitos Ideológicos: Projeto Cédula”, do artista Cildo Meireles, transitava livremente no circuito monetário:  mensagens  contra o governo   ditatorial e  o autoritarismo eram  carimbadas em  bilhetes de dinheiro  e devolvidas  à circulação.  A  incômoda  frase “Quem matou Herzog?” fazia uma referência explícita às causas não esclarecidas da morte do jornalista Vladimir Herzog, detido pelos órgãos de repressão política. A mensagem anônima e crítica nos anos 70 perturbava o controle de informação e deslocava o lugar da arte.
Segundo Atram é possível perceber no espetáculo a inspiração e  influência de mestres do teatro como Stanislavski e do Teatro do Oprimido de Augusto Boal, num casamento harmônico e contemporâneo com experimentações e diálogos com o teatro num livre jogo. Se você é amante de teatro vale à pena conferir!


Serviço
Teatro Municipal Wallace Leal de Araraquara apresenta a peça
 Quem Matou Herzog?
Temporada: de 17 de março a 21 de abril de 2012
Quando: sábado às 20h30
Onde: Teatro Municipal
Classificação: 16 anos
Entrada gratuita.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Meu nome é Jaime, moro em Araraquara e faço parte de um grupo de estudo cujo objetivo é a formação em Leitura e escrita em contexto digital. Espero aprender muito e contribuir com minha experiência no ensino da Língua Portuguesa.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Um corpo caído no chão




Um corpo caído no chão ....
A.  F. M. S.
Neste sábado, dia 21 de abril, em um prédio de apartamentos localizado à Avenida da Independência, bairro nobre da cidade de São Carlos, a moradora do número 123, Sra. M. C., encontrou um homem caído na entrada de seu apartamento, aparentemente com marcas de agressão.
Relata a moradora, visivelmente alterada, que “após o toque de seu despertador, levantou, foi até o banheiro e quando estava enxugando o rosto ouviu um barulho na porta de entrada e ao abri-la encontrou um corpo caído.
Ao ver a cena, a Sra. M. C. ligou para a central de polícia, relatando que havia um corpo inerte junto a sua porta, aparentemente, com marcas de agressão.
A Polícia Civil chegou acompanhada por peritos, curiosos se acumularam para ver o corpo. Após coleta de material para perícia e identificação da vítima, o IML foi chamado, para a retirada do corpo e liberação do local.
Até o fechamento dessa edição, o Delegado Titular não havia identificado a vítima.

sábado, 21 de abril de 2012

África do Sul, cartaz estudantil contra racismo provoca Celeuma